Quem nunca passou por uma situação em que ocorre algum imprevisto e se vê obrigado a ter que recorrer ao cartão de crédito, cheque especial ou até mesmo empréstimos e agiotas que atire a primeira pedra. Seja para comprar o pneu novo do carro que estragou, o filho que adoeceu, ou até mesmo uma viagem longa que precise fazer.

São em situações assim que nos obrigam a ter uma reserva de emergências, pois afinal de contas é muito difícil alguém passar por essa vida sem se deparar com algum imprevisto em sua jornada, mas é possível passar por elas sem sofrer tantos danos ao ter que pagar altos juros aos bancos, agiotas ou ter que recorrer aos familiares. Para isso existe a chamada Reserva de Emergência.

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Como a Reserva de Emergência Funciona

Ela consiste em uma reserva financeira que deverá ser aplicada em alguma aplicação de liquidez imediata ou no máximo D+1 (disponível em um dia após a solicitação). Para isso as aplicações disponíveis no mercado financeiro brasileiro que mais se adequam a esses objetivos são:

  • Poupança – sim ela mesmo, pois possui liquidez imediate, ou seja assim que você solicita o dinheiro está disponível em sua conta para poder ser usada. A única desvantagem é que ela não tem uma boa rentabilidade e por muitas vezes fica abaixo da própria inflação brasileira.
  • Tesouro Direto – esse é o meu preferido, pois além de render a taxas de juros acima da inflação ele tem a segurança garantida pelo Governo Federal e aceita aplicações a partir de R$ 30,00. Se você não sabe investir no Tesouro Direto, baixe nosso ebook.
  • Fundos DI – essas é uma aplicação conservadora, onde você investe seu dinheiro em um fundo gerido por outros gestores que são aplicados no mínimo 95% em Títulos do Tesouro Direto, atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário) ou taxa Selic.

Como Calcular o Valor a Ser Aplicado

Essa é a parte mais delicada, pois precisará de um planejamento prévio para ser bem realizada. Para uma reserva de emergência será recomendado que você tenha em mente quanto está livre para ser aplicado, mas também mantendo a noção de que a reserva de emergência é algo que deve ser priorizado e executado o mais rápido possível. Mas vamos aos cálculos.

Se você é um trabalhador assalariado

Deve ser destinado nesse caso o valor equivalente a 6 meses de seus gastos mensais pessoais ou de sua família, para compor a reserva de emergência e aplicá-los onde melhor lhe couber conforme explicado anteriormente. Por exemplo, se você tem um gasto mensal de R$ 3.000,00 deverá ter aplicado o equivalente a R$ 18.000,00. Mas para realizar essa aplicação relativamente alta com um orçamento limitado não é tarefa simples, logo você poderá escolher em quanto tempo quer juntar todo esse montante, como por exemplo destinar 10% do valor total para a aplicação, nesse caso transferir R$ 1.800,00 todos os meses durante 10 meses para formar os R$ 18.000,00, outra alternativa é transferir 5% ou seja R$ 900,00 durante 20 meses.

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Se você é um autônomo

Nesse caso você deverá ter o equivalente e 12 meses de seus gastos pessoais ou familiares para compor a Reserva de Emergência ou também como é conhecida Reserva para Imprevistos, sendo assim se os seus gastos são de R$ 4.000,00 mensais deverá ter disponível para emergências o montante total de R$ 48.000,00. Como no caso anterior você pode optar por dividir esse valor mensalmente até formar todo o valor. Você pode guardar 5%, 10%, 20%, ou percentuais variados, conforme seu orçamento permitir.

Conclusão

Esse é um dos primeiros passos para quem deseja ter uma vida financeira equilibrada e livre. Pois criando sua Reserva de Emergência você estará ganhando rendimentos com os juros compostos que são gerados pelas aplicações financeiras e ainda economizando em juros que pagaria aos bancos e agiotas caso precisasse utilizar o cartão de crédito, cheque especial ou empréstimos a agiotas, conhecidos e familiares.

Dado esse passo importante você pode a partir de agora começa a investir em outras formas de investimentos, como renda variável, visando outros objetivos como uma viagem de férias, trocar de carro, pagar a faculdade dos filhos ou até mesmo uma previdência para complementar a aposentadoria.

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